Jair Santos*
A fé sem ação é morta. Com esta afirmação, São Tiago sentenciou aqueles que sempre se manifestam com palavras, mas não agem concretamente para a construção de um mundo melhor.
Recentemente, lendo uma entrevista de um candidato à presidência estadual do PT, lembrei-me desta passagem bíblica, isso porque, nossa militância está muito intrincada com a fé e as ações.
A fé em nossa ética petista e na militância apaixonada, bem como nas ações para construir uma melhor interrelação entre os diretórios municipais, para termos um conjunto partidário estadual mais unido e forte, além das ações para intervirmos na sociedade de forma mais qualificada, fraterna e solidária.
Interessante notar que o candidato entrevistado preocupou-se em fazer um contraponto a atual direção, utilizando-se de argumentos, que para qualquer um que tenha o mínimo de participação, percebe que ele não consegue atingir sua pretensão, pois suas afirmações são falaciosas.
Nunca na história do PT mineiro houve tanta democracia, que foi construída a partir da participação dos Diretórios, até porque hoje existem diretórios, pois a atual gestão conseguiu regularizar todas as Comissões Provisórias, fazendo o PEDEX. Outra ação, não menos importante, foi a de sair da marca dos 80.000 filiados, para os mais de 120.000 filiados hoje ao PT/MG.
Também não podemos esquecer a nova reorganização geográfica do partido no Estado. Com a nova estrutura de organização, nenhum DM está distante de 150 quilômetros de sua cidade pólo, isto é muito importante quando falamos de logística de organização, tema que esta atual direção se importou e reorganizou.
Talvez o candidato entrevistado não veja isso porque está distante, atarefado com a burocracia partidária do Diretório e não tem tempo para visitar as cidades do Estado ao qual pretende ser presidente do PT.
Também é fácil entender porque ele faz os seus “compromissos”. A velha Articulação, tendência interna que ele faz parte governava o PT há anos, contudo sempre prometeu, mas nunca cumpriu. Quer um exemplo: a proposta de interiorização do partido. Ao contrário, esse grupo sempre se enfurnou na burocracia partidária, gozando do conforto do ar condicionado das salas do bureau, com rara exceção de anos atrás, quando houve a implementação das mesmas em nossa configuração partidária.
A Articulação Democrática é diferente, está com o pé na estrada. O Presidente Reginaldo Lopes não se furta em visitar a menor das cidades, a mais longínqua, pois nessa tendência, o que importa são as pessoas, tanto os filiados, quanto os simpatizantes, que também fazem parte da carinhosa sociedade petista.
Essa é a diferença entre ações e falácias. As ações transformam de fato, atingem aquilo que é fundamental para termos um bom partido. Falácias são palavras ao vento, que tentam falsear uma verdade. Mas todos nós já sabemos quem é quem, aqueles que agem de fato e aqueles que ficam somente no “compromisso”. Entre ações e falácias, fiamos com as ações.
A fé sem ação é morta. Com esta afirmação, São Tiago sentenciou aqueles que sempre se manifestam com palavras, mas não agem concretamente para a construção de um mundo melhor.
Recentemente, lendo uma entrevista de um candidato à presidência estadual do PT, lembrei-me desta passagem bíblica, isso porque, nossa militância está muito intrincada com a fé e as ações.
A fé em nossa ética petista e na militância apaixonada, bem como nas ações para construir uma melhor interrelação entre os diretórios municipais, para termos um conjunto partidário estadual mais unido e forte, além das ações para intervirmos na sociedade de forma mais qualificada, fraterna e solidária.
Interessante notar que o candidato entrevistado preocupou-se em fazer um contraponto a atual direção, utilizando-se de argumentos, que para qualquer um que tenha o mínimo de participação, percebe que ele não consegue atingir sua pretensão, pois suas afirmações são falaciosas.
Nunca na história do PT mineiro houve tanta democracia, que foi construída a partir da participação dos Diretórios, até porque hoje existem diretórios, pois a atual gestão conseguiu regularizar todas as Comissões Provisórias, fazendo o PEDEX. Outra ação, não menos importante, foi a de sair da marca dos 80.000 filiados, para os mais de 120.000 filiados hoje ao PT/MG.
Também não podemos esquecer a nova reorganização geográfica do partido no Estado. Com a nova estrutura de organização, nenhum DM está distante de 150 quilômetros de sua cidade pólo, isto é muito importante quando falamos de logística de organização, tema que esta atual direção se importou e reorganizou.
Talvez o candidato entrevistado não veja isso porque está distante, atarefado com a burocracia partidária do Diretório e não tem tempo para visitar as cidades do Estado ao qual pretende ser presidente do PT.
Também é fácil entender porque ele faz os seus “compromissos”. A velha Articulação, tendência interna que ele faz parte governava o PT há anos, contudo sempre prometeu, mas nunca cumpriu. Quer um exemplo: a proposta de interiorização do partido. Ao contrário, esse grupo sempre se enfurnou na burocracia partidária, gozando do conforto do ar condicionado das salas do bureau, com rara exceção de anos atrás, quando houve a implementação das mesmas em nossa configuração partidária.
A Articulação Democrática é diferente, está com o pé na estrada. O Presidente Reginaldo Lopes não se furta em visitar a menor das cidades, a mais longínqua, pois nessa tendência, o que importa são as pessoas, tanto os filiados, quanto os simpatizantes, que também fazem parte da carinhosa sociedade petista.
Essa é a diferença entre ações e falácias. As ações transformam de fato, atingem aquilo que é fundamental para termos um bom partido. Falácias são palavras ao vento, que tentam falsear uma verdade. Mas todos nós já sabemos quem é quem, aqueles que agem de fato e aqueles que ficam somente no “compromisso”. Entre ações e falácias, fiamos com as ações.
*Jair Santos, 37 anos, assessor parlamentar e estudante de direito da FADIPEL.
1 Responses to “Entre ações e falácias”
Comment by Articulação Democrática.
Concordo com o que foi colocado pelo companheiro Jair. Até porque fazer este tipo de discurso é bem mais fácil do que fazer. E mais, falar que o PT parou na gestão do Reginaldo é ser muito cara de pau. Mas acho que é interessante eles falarem isto, pois está na cara de todos o que foi feito!
Paulo Sérgio
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